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Transparência salarial e equidade de gênero na CNH

Data de lançamento: 31 mar 2024

A CNH tem a diversidade e igualdade de tratamento como uma de suas metas estratégicas, enfatizando práticas remuneratórias justas, independentemente de gênero, raça ou orientação sexual. Seguimos critérios estabelecidos em lei e alinhados às práticas de mercado na definição de nossa política de remuneração.

No Brasil, o setor de produção de maquinário pesado para agricultura e construção, onde a CNH opera, apresenta uma força de trabalho majoritariamente masculina. Isso representa um desafio na contratação de mulheres para certas funções. Para mitigar essa disparidade, a CNH adota normas da ABNT para criar um ambiente de trabalho mais diversificado, facilitando a inclusão feminina em nosso processo produtivo.

Nos últimos anos, temos intensificado esforços para aumentar a contratação de mulheres em todos os níveis hierárquicos. Uma das nossas metas de sustentabilidade, acordada com investidores internacionais, é elevar a participação feminina em posições de liderança. Detalhes completos das metas estão disponíveis em nosso site oficial.

Ressaltando nosso compromisso com a igualdade de gênero e a equidade salarial, e em cumprimento à Lei nº 14.611, de 4 de Julho de 2023, ao Decreto 11.795/23 e à Portaria MTE Nº 3.714, republicamos a seguir os Relatórios de Transparência Salarial, produzidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES SOBRE OS RELATÓRIOS PRODUZIDOS PELO MTE:

Os dados utilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para elaboração do Relatório são um recorte temporal do ano de 2022, e, portanto, não refletem os indicadores de 2024.

O Relatório abrange grupos heterogêneos, desconsiderando diferenças de área de atuação e funções específicas. É uma abordagem quantitativa, e não qualitativa.

O Relatório não considera critérios de senioridade, tempo de casa, tempo de exercício na função, ou seja, no mesmo grupo são comparadas pessoas com 1 mês, 10 ou 15 anos de casa. Na CNH a população feminina tem, em média, metade do tempo de casa da população masculina. O Relatório também não considera a diversidade de atividades, desempenho, e perfeição técnica. 

O indicador “Remuneração Média” não especifica quais descontos foram considerados, o que pode ter afetado os resultados.

O Relatório considera componentes da remuneração atrelados a desempenho individual (ex.: bônus, gratificações) ou condições peculiares do cargo e do exercício das funções (ex. horas extras, adicionais de insalubridade ou periculosidade). Por esse motivo, a comparação não é adequada para fins de verificar isonomia e equidade salarial. 

A legislação brasileira reconhece a possibilidade de existirem diferenças aceitáveis nos salários para trabalhos semelhantes, desde que essas sejam baseadas em critérios justos e objetivos, como avaliação de desempenho, experiência profissional individual ou outras características relacionadas com o trabalho e com a meritocracia. 

Os Relatórios de Transparência e Igualdade Salarial de Mulheres e Homens foram disponibilizados pelo MTE por filial com 100 ou mais empregados(as). Clique aqui para acessar os arquivos, dispostos na seguinte ordem: Contagem, Cutiriba, Piracicaba e Sorocaba.

Por fim, registramos que a CNH disponibiliza canal de acolhimento de demandas, e recepção de denúncias, para qualquer possível relato de assédio ou discriminação: https://secure.ethicspoint.com/domain/media/pt/gui/41584/index.html 

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